Objectivos: Criar entre os seus membros um verdadeiro espírito europeu e transmiti-lo, por todos os meios ao seu alcance, aos outros membros da comunidade em que estão inseridos; Promover, com o apoio das entidades competentes, acções de dinamização tendentes a uma melhor informação sobre a Europa...
sexta-feira, 17 de junho de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Newsletter CIEJD, maio2011
Sistema político: República
Capital: Paris
Superfície total: 550 000 km²
População: 64,3 milhões de habitantes
Moeda: euro
Oiça a língua oficial da UE falada no país: francês
A França, o maior país da UE em termos de território, estende-se do Mar do Norte ao Mediterrâneo.
A sua paisagem diversificada caracteriza-se por regiões montanhosas a leste e a sul, incluindo o Monte Branco (4810 m) nos Alpes, que é o ponto mais alto da Europa Ocidental, e por extensas planícies atravessadas por quatro rios: o Sena, a norte, o Loire e o Garona, que correm para oeste, e o Ródano, que atravessa o lago de Genebra e desagua no Mar Mediterrâneo.
O Presidente da República desempenha um papel político importante, pois preside as reuniões do Conselho de Ministros e é o responsável máximo pela política externa e de defesa, cabendo ao Primeiro-Ministro a gestão corrente do país.
O Presidente é eleito por sufrágio universal por um mandato de cinco anos. O Parlamento é composto pela Assembleia Nacional, cujos deputados são eleitos por sufrágio directo por cinco anos, e pelo Senado, cujos membros são designados por um colégio eleitoral.
São franceses alguns dos mais influentes escritores e pensadores europeus, como Descartes e Pascal, do século XVII, Rousseau e Voltaire, do século XVIII, Balzac, Baudelaire e Flaubert, do século XIX, e Sartre e Camus, do século XX, bem como pintores mundialmente famosos, como Renoir, Monet, Cézanne, Gauguin, Matisse e Braque, para citar apenas alguns.
A cozinha francesa é das mais apreciadas na Europa, fazendo parte integrante da cultura e do estilo de vida franceses.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
DIA DA EUROPA -9 DE MAIO DE 2011
(Atualidades:
Em 9 de Maio de 1950, Robert Schuman apresentou uma proposta de criação de uma Europa organizada, requisito indispensável para a manutenção de relações pacíficas.
Esta proposta, conhecida como "Declaração Schuman", é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia.
Actualmente o dia 9 de Maio tornou-se um símbolo europeu (Dia da Europa) que, juntamente com a bandeira, o hino, a divisa e a moeda única (o euro), identifica a identidade política da União Europeia. O Dia da Europa constitui uma oportunidade para desenvolver actividades e festejos que aproximam a Europa dos seus cidadãos e os povos da União entre si.
Em 9 de Maio de 1950, Robert Schuman apresentou uma proposta de criação de uma Europa organizada, requisito indispensável para a manutenção de relações pacíficas.
Esta proposta, conhecida como "Declaração Schuman", é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia.
Actualmente o dia 9 de Maio tornou-se um símbolo europeu (Dia da Europa) que, juntamente com a bandeira, o hino, a divisa e a moeda única (o euro), identifica a identidade política da União Europeia. O Dia da Europa constitui uma oportunidade para desenvolver actividades e festejos que aproximam a Europa dos seus cidadãos e os povos da União entre si.
O que é o Dia da Europa ?
Ao verem nas agendas e nos calendários o dia 9 de Maio identificado como "Dia da Europa", muitas pessoas interrogam-se sobre o que se terá passado nessa data e em que ano terá tido lugar esse acontecimento.
Com efeito, poucos cidadãos europeus sabem que a 9 de Maio de 1950 nasceu a Europa comunitária, numa altura em que, devemos recordá-lo, a perspectiva de uma terceira guerra mundial angustiava toda a Europa.
Nesse dia, em Paris, a imprensa foi convocada para as dezoito horas no Salon de l'Horloge do Quai d'Orsay, quartel-general do Ministério dos Negócios Estrangeiros francês, para uma "comunicação da maior importância".
As primeiras linhas da declaração de 9 de Maio de 1950, redigida por Jean Monnet, comentada e lida à imprensa por Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros da França, dão imediatamente uma ideia da ambição da proposta: "A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem uma criatividade à medida dos perigos que a ameaçam". "Através da colocação em comum de produções de base e da instituição de uma Alta Autoridade nova, cujas decisões ligarão a França, a Alemanha e os países que a ela aderirem, esta proposta constituirá a primeira base concreta de uma federação europeia, indispensável à preservação da paz".
Era assim proposta a criação de uma instituição europeia supranacional, incumbida de gerir as matérias-primas que nessa altura constituíam a base do poderio militar, o carvão e o aço. Ora, os países convidados a renunciar desta forma ao controlo exclusivamente nacional destes recursos fundamentais para a guerra, só há muito pouco tempo tinham deixado de se destruir mutuamente num conflito terrível, de que tinham resultado incalculáveis prejuízos materiais e, sobretudo, danos morais: ódios, rancores e preconceitos.
Assim, tudo começou nesse dia, razão que levou os Chefes de Estado e de Governo, na Cimeira de Milão de 1985, a decidirem celebrar o 9 de Maio como "Dia da Europa".
Os diversos países, ao decidirem democraticamente aderir à União Europeia, adoptam os valores da paz e da solidariedade, pedra angular do edifício comunitário.
Estes valores concretizam-se no desenvolvimento económico e social e no equilíbrio ambiental e regional, únicos garantes de uma repartição equilibrada do bem-estar entre os cidadãos.
A Europa, enquanto conjunto de povos conscientes de pertencerem a uma mesma entidade que abrange culturas análogas ou complementares, existe já há séculos. No entanto, a consciência desta unidade fundamental, enquanto não deu origem a regras e a instituições, não pôde evitar os conflitos entre os países europeus. Ainda hoje, alguns países que não fazem parte da União Europeia não estão ao abrigo de tragédias terríveis.
Como qualquer obra humana desta envergadura, a integração da Europa não se constrói num dia, nem em algumas décadas: as lacunas são ainda numerosas e as imperfeições evidentes. A construção iniciada imediatamente a seguir à II Guerra Mundial foi muito inovadora: o que nos séculos ou milénios precedentes podia assemelhar-se a uma tentativa de união, foi na realidade o fruto de uma vitória de uns sobre os outros. Estas construções não podiam durar, pois os vencidos só tinham uma aspiração: recuperar a sua autonomia.
Hoje ambicionamos algo completamente diferente: construir uma Europa que respeite a liberdade e a identidade de cada um dos povos que a compõem, gerida em conjunto e aplicando o princípio segundo o qual apenas se deve fazer em comum o que pode ser mais bem feito dessa forma. Só a união dos povos pode garantir à Europa o controlo do seu destino e a sua influência no mundo.
A União Europeia está atenta aos desejos dos cidadãos e coloca-se ao seu serviço. Conservando a sua especificidade, os seus hábitos e a sua língua, todos os cidadãos se devem sentir em casa na "pátria europeia", onde podem circular livremente.
Com efeito, poucos cidadãos europeus sabem que a 9 de Maio de 1950 nasceu a Europa comunitária, numa altura em que, devemos recordá-lo, a perspectiva de uma terceira guerra mundial angustiava toda a Europa.
Nesse dia, em Paris, a imprensa foi convocada para as dezoito horas no Salon de l'Horloge do Quai d'Orsay, quartel-general do Ministério dos Negócios Estrangeiros francês, para uma "comunicação da maior importância".
As primeiras linhas da declaração de 9 de Maio de 1950, redigida por Jean Monnet, comentada e lida à imprensa por Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros da França, dão imediatamente uma ideia da ambição da proposta: "A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem uma criatividade à medida dos perigos que a ameaçam". "Através da colocação em comum de produções de base e da instituição de uma Alta Autoridade nova, cujas decisões ligarão a França, a Alemanha e os países que a ela aderirem, esta proposta constituirá a primeira base concreta de uma federação europeia, indispensável à preservação da paz".
Era assim proposta a criação de uma instituição europeia supranacional, incumbida de gerir as matérias-primas que nessa altura constituíam a base do poderio militar, o carvão e o aço. Ora, os países convidados a renunciar desta forma ao controlo exclusivamente nacional destes recursos fundamentais para a guerra, só há muito pouco tempo tinham deixado de se destruir mutuamente num conflito terrível, de que tinham resultado incalculáveis prejuízos materiais e, sobretudo, danos morais: ódios, rancores e preconceitos.
Assim, tudo começou nesse dia, razão que levou os Chefes de Estado e de Governo, na Cimeira de Milão de 1985, a decidirem celebrar o 9 de Maio como "Dia da Europa".
Os diversos países, ao decidirem democraticamente aderir à União Europeia, adoptam os valores da paz e da solidariedade, pedra angular do edifício comunitário.
Estes valores concretizam-se no desenvolvimento económico e social e no equilíbrio ambiental e regional, únicos garantes de uma repartição equilibrada do bem-estar entre os cidadãos.
A Europa, enquanto conjunto de povos conscientes de pertencerem a uma mesma entidade que abrange culturas análogas ou complementares, existe já há séculos. No entanto, a consciência desta unidade fundamental, enquanto não deu origem a regras e a instituições, não pôde evitar os conflitos entre os países europeus. Ainda hoje, alguns países que não fazem parte da União Europeia não estão ao abrigo de tragédias terríveis.
Como qualquer obra humana desta envergadura, a integração da Europa não se constrói num dia, nem em algumas décadas: as lacunas são ainda numerosas e as imperfeições evidentes. A construção iniciada imediatamente a seguir à II Guerra Mundial foi muito inovadora: o que nos séculos ou milénios precedentes podia assemelhar-se a uma tentativa de união, foi na realidade o fruto de uma vitória de uns sobre os outros. Estas construções não podiam durar, pois os vencidos só tinham uma aspiração: recuperar a sua autonomia.
Hoje ambicionamos algo completamente diferente: construir uma Europa que respeite a liberdade e a identidade de cada um dos povos que a compõem, gerida em conjunto e aplicando o princípio segundo o qual apenas se deve fazer em comum o que pode ser mais bem feito dessa forma. Só a união dos povos pode garantir à Europa o controlo do seu destino e a sua influência no mundo.
A União Europeia está atenta aos desejos dos cidadãos e coloca-se ao seu serviço. Conservando a sua especificidade, os seus hábitos e a sua língua, todos os cidadãos se devem sentir em casa na "pátria europeia", onde podem circular livremente.
sábado, 19 de março de 2011
DIVERSOS: EXEMPLO DE CORAGEM NA SELVA AFRICANA....E...NEVE PINTA AS SERRAS DA MADEIRA, MARÇO 2011...e nós também fomos ver e brincar na neve
(Mudando de assunto...Très beau video.
Por A. Glacet
… qui en dit long sur les dommages créés par les idées reçues… De plus la chanson est superbe, même si elle n’a rien à voir avec le thème J… http://www.youtube.com/watch_popup?v=WK2LpUoqX6A&vq=medium)
Veja outros temas no outro blogue do “Clube”…DESCOBRINDO
Safari (Company) sous la neige… Images insolites captées avant-hier sur le plateau de Paul da Serra… J Alain Glacet (Directeur résident de « Top of Travel »)
As serras madeirenses estavam “vestidas” de branco em meados de março de 2011.Nós, alunos membros do "Clube Europeu" da B+S da Ribeira Brava, fomos ver, também, a neve de perto, como testemunham as seguintes fotos:
Muitos foram os curiosos e corajosos que quiseram testemunhar, pessoalmente, este fenómeno numa região em que a temperatura média é de vinte graus.
Com autorização dos pais e por conta própria, sete alunos da turma 9º. D da Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares, na qualidade de membros do "Clube Europeu e dos Direitos Humanos", foram, também, ver a neve, em 15 de março de 2011, durante duas horas, depois das respetivas atividades letivas.
Neve como nunca se tinha visto .
Autores da notícia: Fátima, Carolina, João, Afonso, Hugo, Cristina e Anabela (alunos); Telma, António (prof.); Sr. Alain (amigo do "Clube").
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Concurso Vídeo Portugal 25 anos depois
A Representação da Comissão Europeia em Portugal lançou o concurso vídeo “Portugal, 25 anos na UE”, dirigido a jovens nascidos após 01 de Janeiro de 1986.
Os participantes deverão realizar um vídeo de 2 a 5 minutos sobre Portugal na UE, que pode incluir diversas técnicas: animação, ficção, reportagem, documentário, entrevistas…
As inscrições poderão ser efectuadas até ao dia 15 de Março de 2011.
Mais informações acerca deste concurso em http://ec.europa.eu/portugal/concurso/left_pt.htm.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)
































