segunda-feira, 19 de março de 2012

Natalidade Portugal está à beira de um 'tsunami' demográfico por Lusa, 2012/3/18

Fotografia © João Girão - Global Imagens, in Diário de Notícias, 20112/3/19

A presidente da Comissão Nacional do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações, Joaquina Madeira, disse hoje que Portugal está à beira de 'um tsunami' demográfico.
"Esta questão da demografia é um 'tsunami' e andamos um bocadinho distraídos. No Norte da Europa já se estão a tomar medidas e nós, povos do Sul, estamos à espera de ver a cara ao mau tempo para agir", criticou a responsável, no decorrer de uma conferência organizada pela Cáritas, cujo Conselho Geral está reunido em Leiria desde sexta-feira.
"Temos que ter mais filhos e os jovens têm que ter estabilidade para se reproduzirem", defendeu.
Joaquina Madeira alertou que Portugal não está a repor a demografia e que até 2050 "os últimos números apontam para um duplicação da percentagem de idosos.
A presidente da Comissão Nacional do Ano Europeu do Envelhecimento Activo frisou ainda que se em 2001 foram registadas mais de 300 pessoas com 100 ou mais anos, em 2050 prevê-se que atinjam esta idade cerca de 6400 idosos.
"Esta longevidade tem que ser vista como uma vitória para a humanidade", frisou, contudo, sustentando que "é necessário mudar o paradigma de que as pessoas depois da reforma deixam de ser produtivas".

terça-feira, 13 de março de 2012

A História da União Europeia


A História da União Europeia

1945 - 1959

Uma Europa pacífica - o início da cooperação

A União Europeia é criada com o objetivo de acabar com as guerras frequentes e sangrentas entre países vizinhos, que culminaram na Segunda Guerra Mundial. A partir de 1950, a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço começa a unir os países europeus economicamente e politicamente, a fim de assegurar uma paz duradoura. Os seis fundadores são a Bélgica, França, Alemanha, Itália, Luxemburgo e Países Baixos. Os anos 1950 são dominados por uma guerra fria entre o leste eo oeste. Protestos na Hungria contra o regime comunista são colocadas pelos tanques soviéticos, em 1956, enquanto no ano seguinte, 1957, a União Soviética assume a liderança na corrida espacial, quando lança o primeiro espaço satélite artificial, o Sputnik 1. Também em 1957, o Tratado de Roma cria a Comunidade Económica Europeia (CEE), ou "Mercado Comum".

1960 - 1969

O "Swinging Sixties" - um período de crescimento econômico

A década de 1960 vê o surgimento de "cultura jovem", com grupos como The Beatles atraindo multidões de fãs adolescentes sempre que eles aparecem, ajudando a estimular uma revolução cultural e alargar o fosso entre as gerações. É um período bom para a economia, ajudado pelo fato de que os países da UE parar de cobrar direitos aduaneiros quando elas trocam uns com os outros. Eles também concordam controlo conjunto sobre a produção de alimentos, de modo que todo mundo agora tem o suficiente para comer - e logo há mesmo excedente de produtos agrícolas. Maio 1968 torna-se famoso por revoltas estudantis em Paris, e muitas mudanças na sociedade e comportamento tornar-se associado com a chamada geração de 68 ".

1970 - 1979

Uma comunidade em crescimento - o primeiro alargamento

Dinamarca, Irlanda e Reino Unido aderem à União Europeia em 1 de Janeiro de 1973, elevando o número de Estados-Membros para nove. A curto, mas violento, conflito árabe-israelense de outubro de 1973, em resultado de uma crise energética e problemas económicos na Europa. As últimas ditaduras de direita na Europa chegou ao fim com a queda do regime de Salazar em Portugal em 1974 ea morte do general Franco em Espanha em 1975. A política regional da UE começa a transferir grandes somas para criar empregos e infra-estrutura em áreas mais pobres. O Parlamento Europeu aumenta a sua influência nos assuntos da UE e em 1979 todos os cidadãos podem, pela primeira vez, eleger os seus membros diretamente.

1980 - 1989

Mudando a face da Europa - a queda do Muro de Berlim

O sindicato polaco Solidarnosc, e seu líder Lech Walesa, tornaram nomes conhecidos na Europa e no mundo, após as greves do estaleiro de Gdansk, no verão de 1980. Em 1981, a Grécia se torna o membro 10 da UE e Espanha e Portugal seguem cinco anos depois. Em 1986, o Acto Único Europeu, assinado. Este é um tratado que estabelece a base para um programa de seis anos vasto destinado a resolução dos problemas com o fluxo livre do comércio através das fronteiras da UE, criando assim o "Mercado Único". Há grande agitação política, quando, em 9 de novembro de 1989, o Muro de Berlim é puxado para baixo e na fronteira entre a Alemanha Oriental e Ocidental é aberta pela primeira vez em 28 anos, isso leva à reunificação da Alemanha, quando ambos Alemanha Oriental e Ocidental são Unidos em outubro de 1990.

1990 - 1999

Uma Europa sem fronteiras

Com o colapso do comunismo em toda Europa Central e Oriental, os europeus se tornam mais próximos vizinhos. Em 1993, o mercado único é completado com o dos "quatro liberdades": de circulação de mercadorias, serviços, pessoas e dinheiro. Os anos 1990 também é da década de dois tratados, o "Maastricht" do Tratado da União Europeia em 1993 e do Tratado de Amesterdão, em 1999. As pessoas estão preocupadas sobre como proteger o meio ambiente e também como os europeus podem atuar juntos quando se trata de questões de segurança e defesa. Em 1995, a União Europeia ganha mais três novos membros, Áustria, Finlândia e Suécia. Uma pequena aldeia no Luxemburgo dá o seu nome aos acordos de "Schengen", que gradualmente permitirão às pessoas viajar sem ter seus passaportes controlados nas fronteiras. Milhões de jovens estudam em outros países com o apoio da UE. A comunicação é feita mais fácil, mais e mais pessoas começam a utilização de telemóveis e da internet.

2000 - hoje

Uma década de expansão

O euro é a nova moeda de muitos europeus. 11 setembro, 2001 torna-se sinônimo de "Guerra ao Terror" depois de aviões seqüestrados são levados em edifícios em Nova York e Washington. Países da UE começam a trabalhar muito mais estreitamente para combater o crime. As divisões políticas entre o leste eo oeste da Europa estão finalmente declarados curados, quando nada menos que 10 novos países aderirem à UE em 2004. Muitas pessoas pensam que é tempo de a Europa ter uma constituição, mas que tipo de constituição é de nenhuma maneira fácil de concordar, de modo que o debate sobre o futuro da Europa em se enfurece.

quinta-feira, 1 de março de 2012

O concurso U4energy

Responda ao desafio, torne-se um campeão em educação energética!  

As escolas primárias e secundárias de toda a Europa são convidadas a participar neste entusiasmante concurso. 
 O concurso U4energy constitui uma oportunidade única para os professores e alunos adquirirem conhecimentos sobre a eficiência energética e de competirem com escolas de toda a Europa.
Todas as escolas (especializadas, técnicas e outras) dos 27 Estados-Membros da UE, da Croácia, Noruega, Islândia e Liechtenstein são elegíveis para participar.
Description: Description: cid:image022.png@01CCF63F.8BCF1A40  Serão atribuídos excelentes prémios no valor de € 3,000 aos vencedores europeus que beneficiarão de uma viagem com todas as despesas pagas a Bruxelas.

Encontrará mais informações, materiais didáticos e dados sobre o concurso em
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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Linking Schools across Europe

http://www.european-studies.org/
Linking Schools across Europe home | site map | contact
General information on the programmeSchools across Europe in ESPLinks to other materials/resources on EuropeStudent CompetitionsGamesInformation on the EULink to the ESP Communication Platform  
The European Studies Programme is a post-primary curriculum based programme linking schools in Ireland with schools across Europe through sustained collaborative projects furthering tolerance, mutual understanding and appreciation of the cultures of others

Currently more than 300 schools in 25 European Countries are engaged in the programme.


For more details please
check-out the information section.


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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Seria "um indicador desajustado da exigência pretendida" Ministério não quer provas e exames com questões demasiado simples

O ministério tutelado por Nuno Crato decidiu introduzir provas finais no 4.º e 6.º anos de escolaridade a Português e Matemática que, ao contrário das actuais provas de aferição, vão contar para a nota final do aluno (30 por cento) - Fonte: Correio da Manhã, 2012/2/10

 As provas de aferição, provas finais e exames nacionais não devem incluir questões demasiado simples para o nível de escolaridade a que se destinam, adverte o Ministério da Educação numa informação publicada on-line.


A informação constante no site do Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE) diz que questões demasiado simples podem constituir "um indicador desajustado da exigência pretendida".
As provas devem "avaliar de forma clara e precisa os conhecimentos de cada disciplina e pautar-se pela exigência e rigor, adequando o nível de complexidade ao ano de escolaridade a que destinam", lê-se no documento da Secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário.
"Os programas explicitam os conhecimentos e capacidades essenciais a adquirir em cada disciplina. Por terem valor em si mesmos, e independentemente de serem mobilizados para situações de aplicação imediata, a sua aquisição permite aos alunos evoluir para um corpo de conhecimentos sólido e organizador de futura aprendizagem", afirma-se na informação disponibilizada on-line.
Informa-se ainda que a estrutura destes testes deve corresponder a uma hierarquização dos conceitos aprendidos permitindo aferir se os objectivos de aprendizagem são alcançados.
Informações detalhadas por disciplina para estas provas estão ainda para "republicar oportunamente".
O ministério tutelado por Nuno Crato decidiu introduzir provas finais no 4.º e 6.º anos de escolaridade a Português e Matemática que, ao contrário das actuais provas de aferição, vão contar para a nota final do aluno (30 por cento) à semelhança do que acontece com o exame.
Este ano entra em vigor a prova final do 6.º ano, com um peso de 25 por cento na nota que o aluno terá no fim do ano lectivo, mas a título excepcional, por ser a primeira vez.
As alterações, nomeadamente a designação também de prova final do 9.º ano (anteriormente exame) estão publicadas em despacho normativo de Novembro.
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domingo, 1 de janeiro de 2012

União Europeia Dinamarca assume hoje presidência semestral da UE

Fonte: DN, 2012/12/01


O país que rejeitou a moeda única em referendo vai ter um semestre marcado precisamente pela crise da Zona Euro. E tentará envitar o isolamento do Reino Unido 

Dez anos depois da entrada em vigor do euro, a Dinamarca assume hoje a presidência rotativa da União Europeia. O país escandinavo, que não é membro da Zona Euro, terá a dura tarefa de ajudar a conseguir entendimento entre todos os 27 Estados membros no que respeita às saídas para a actual crise.

Com uma nova cimeira europeia prevista para 30 de janeiro, Copenhaga tentará reduzir o isolamento a que os britânicos ficaram votados desde que na última reunião de 9 de dezembro David Cameron usou o veto do Reino Unido para travar uma revisão dos tratados europeus a 27. 

A solução que surgiu depois disso foi a de um pacto orçamental, que muito provavelmente terá a forma de um acordo intergovernamental, que incluirá os 17 países do euro, mais os outros que entenderem por bem juntar-se ao clube liderado pelo directório Alemanha e França. A Dinamarca deverá ser em princípio um desses outros países. 

Este país escandinavo segue-se à Polónia na presidência da UE, outro dos Estados membros que não têm ainda o euro. No entanto, os polacos ainda não se juntaram aos 17 da Zona Euro, por terem aderido ao clube europeu apenas em 2004 e estarem ainda a apalpar terreno para ver como a situação evolui, tanto a sua como a dos países que têm a moeda única.

No caso dos dinamarqueses a história é outra: o país actualmente liderado por Helle Thorning-Schmidt, a primeira mulher primeira-ministra da Dinamarca, aderiu à UE em 1973 (ainda muito antes de Portugal que só entrou em 1986), mas decidiu não entrar no euro após o referendo de 2000. 53,2% dos dinamarqueses disseram "Não" e 46,8% "Sim".